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DPU defende participação de mulheres em espaços de poder para ampliar o acesso a direitos

Brasília – A Defensoria Pública da União (DPU) defendeu, nesta quarta-feira (4), que o fortalecimento das políticas públicas de acesso à Justiça para mulheres deve começar com a ampliação da participação feminina nos espaços de poder e decisão das instituições brasileiras.

“A mudança começa de dentro. Nós só podemos pensar em atendimento para mulheres e redução de desigualdades quando nós vivermos isso”, afirmou a secretária-geral finalística da DPU, Carolina Botelho, na Conferência Internacional “Mulheres que Movem a Justiça”, realizada em Brasília.

Para Carolina, o grande número de mulheres que desconhecem o funcionamento do sistema de Justiça e não sabem quais são seus direitos demonstra a importância de ampliar a presença feminina nos espaços de poder.

“Aqui no evento, estamos ouvindo mulheres que inovaram ao serem as primeiras e que hoje movem a Justiça. Mas, para que ações como essa tenham continuidade, precisamos de mais mulheres que não apenas sejam as primeiras a ocupar seus cargos, mas que também movam e tomem decisões”, destacou.

A participação da DPU na conferência reforça o compromisso da instituição com a promoção dos direitos das mulheres e com a construção de uma Justiça mais acessível, inclusiva e igualitária.

Sobre a conferência

A Conferência Internacional “Mulheres que Movem a Justiça” ocorre de 4 a 6 de novembro de 2026 e reúne autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de representantes da Defensoria Pública, da advocacia e da sociedade civil.

O encontro promove debates sobre o fortalecimento dos direitos das mulheres, com destaque para temas como segurança pública, economia, trabalho e emprego, tecnologia, meio ambiente, cultura e bem-viver.

A iniciativa busca consolidar um espaço de diálogo, difusão de boas práticas e formulação de recomendações para o aperfeiçoamento dos sistemas de Justiça, a promoção dos direitos humanos e o fortalecimento da democracia a partir da perspectiva das mulheres.

Ao final, os participantes contribuirão para a construção coletiva da Carta de Brasília, com propostas voltadas à democratização do acesso à Justiça e à promoção da igualdade de gênero.

Confira as fotos!

Assessoria de Comunicação Social
Defensoria Pública da União